Dicas para contratação de serviços de segurança privada

26/07/16

A contratação de segurança se torna cada vez mais necessária, tendo em vista o aumento da criminalidade e a ousadia dos delinquentes. A segurança privada é contratada por empresas com o objetivo de inibir os crimes, tornando o ambiente mais seguro para os funcionários, clientes e do público em geral.

A contratação de segurança se torna cada vez mais necessária, tendo em vista o aumento da criminalidade e a ousadia dos delinquentes. A segurança privada é contratada por empresas com o objetivo de inibir os crimes, tornando o ambiente mais seguro para os funcionários, clientes e do público em geral. A vigilância regularmente constituída também é importante no sentido de proteger o negócio, já que em caso de sinistro, seja de que natureza for, há um inevitável desgaste da imagem da entidade/empresa junto à sociedade, com reflexos sobre seus produtos e serviços.

Condições de segurança nas cidades do Estado

O SESVESP tem buscado sservicos_seg_patrimonialoluções no sentido de melhorar as condições de segurança nas cidades do Estado de São Paulo. Tanto assim que um convênio com a Secretaria de Segurança Pública foi fechado, prevendo troca de informações e de imagens captadas por câmeras. No futuro, estima-se, será possível monitorar as ruas da capital paulista e de outras cidades, para prevenir e reprimir atos ilícitos.

O aumento da segurança é fundamental para a expansão de negócios em outros segmentos, especialmente de empresas que atendem o público geral. Não é admissível que 70% da população sinta medo de sair à noite.

Alerta contra a atuação de clandestinos no mercado

Importante, nesse sentido, alertar os empresários contra os seguranças ou empresas informais, e ilegais, de segurança. Para exercer a profissão, um candidato tem que ter passado ilibado, ser saudável e fazer um curso profissionalizante fiscalizado pela Polícia Federal, que irá aprovar e fiscalizar também a empresa onde ele irá trabalhar. Nessa empresa, o vigilante não sai sem colete, alarmes, arma (quando exigida), seguro de vida, entre outros pontos exigidos para o pleno exercício da função. É evidente que as empresas informais não cumprem estas normas e oferecem o serviço por preços inferiores, que ao final podem ser mais custosos, como demonstrado abaixo.

Os riscos na contratação de empresa clandestina

1. Acidentes provocados por segurança despreparado, atingindo terceiros;

Um único acidente pode arrasar não só o negócio do empresário, como colocar em xeque boa parte ou todo o seu patrimônio pessoal. É muito comum ver notícias de seguranças que agrediram e feriram clientes, vizinhos, funcionários ou terceiros. No caso da morte de uma pessoa, as indenizações atingem facilmente valores superiores a R$ 1 milhão, pois o estabelecimento é condenado a pagar danos morais e indenização mensal à família, equivalente a 80% do que ganhava o falecido, até a data em que completaria 75 anos. A mesma condenação acontece se ele ficar definitivamente deficiente, com o agravante de que o estabelecimento tem que pagar remédios, enfermeira, ambulâncias, etc. Muitos outros episódios podem ocorrer ainda. Por exemplo, o estabelecimento pode ser roubado graças a informações que esses pseudo-seguranças repassam aos marginais.

2. Acidentes que atingem o próprio segurança despreparado;

O contratante pode ser responsabilizado e cobrado pela mesma indenização relatada no tópico acima, caso o segurança vá a óbito em serviço. A família poderá pedir indenização à empresa contratante, por contratá-lo para uma função a qual ele não estava preparado e, no mais das vezes, por colocá-lo para trabalhar sem o equipamento defensivo (colete, arma, entre outros).

3. Indenizações trabalhistas;

Outra fonte de risco é a empresa clandestina não pagar corretamente a remuneração e os encargos do segurança e este ajuizar reclamação contra seu empregador e o estabelecimento. Como essas empresas não costumam cumprir todas as obrigações, a contratante será condenada em valores elevados por contratar mal um terceirizado.

4. A perigosa falsa impressão de segurança;

O segurança clandestino, ou empresa na mesma condição, não são capazes de garantir a segurança, uma vez que não estão preparados, motivados, nem têm Seguro e outras proteções que possuem as empresas legalizadas. Ao contrário, passam uma falsa impressão de segurança, que mais atrapalha do que ajuda a evitar ações violentas de delinquentes.

5. Fiscalizações e multas pela Polícia Federal, Ministério Público do Trabalho, Previdência…

Ao contratar um segurança informal, a empresa está infringindo leis trabalhistas, previdenciárias e diversas outras. Por esse motivo, pode ser punida de diversas formas, inclusive com multas.

6. Possíveis infrações penais

Contratando informais e pessoas despreparadas, a empresa contratante corre mais riscos de eventos criminosos. A sociedade está cada vez mais exigente com quem dirige em velocidade excessiva ou não usa equipamentos de segurança em seus estabelecimentos (um exemplo é o recente incêndio em uma casa noturna gaúcha, com mais de cem jovens mortos). Em casos como esse, em caso de omissão, o empresário se torna cúmplice, sendo penalizado com rigor caso um fato criminoso aconteça.

Fonte: Revista Security

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Satélite israelense vai ajudar na segurança da Olimpíada no Rio 

12/07/16

A tecnologia israelense ajudará a observar e monitorar as principais áreas olímpicas durante os Jogos 2016, no Rio a partir de agosto. Com câmeras de alta resolução, o satélite Eros-B será um dos instrumentos de segurança em atuação na Olimpíada com capacidade de mostrar objetos com menos de 70 centímetros sobre a superfície terrestre. O satélite já está operando na órbita brasileira.

Vídeo demonstrativo do Ministério da Defesa mostra o satélite sobrevoando a região das praias cariocas, o aeroporto do Galeão e as principais instalações olímpicas como o estádio do Maracanã, na Tijuca, Zona Norte e toda a região do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, Zona Oeste.

De acordo com a Defesa, o satélite ficará disponível, de forma experimental, por quatro meses, realizando o reconhecimento do espaço aéreo e oferecendo auxílio para os meios de defesa aérea identificarem possíveis ameaças. As imagens geradas serão enviadas para os órgãos de inteligência brasileiros, responsáveis pela segurança durante a Olimpíada.

Segundo as autoridades de segurança, as informações geradas pelo equipamento poderão auxiliar, por exemplo, o deslocamento para atender a possíveis chamados durante a Olimpíada. Será possível fazer envio de aviões e reforço policial por terra para os locais onde houver necessidade de reforço de segurança.

Atualmente, o Eros-B está em uma órbita de 520 quilômetros da terra. De acordo com a Força Aére Brasileira, em breve, ele deverá operar a uma altitude de 450 quilômetros, o que alterará a definição de 70 para 50 centímetros, aumentando a capacidade de identificação.

Segurança nos Jogos

Em maio, o Ministério da Defesa anunciou que o efetivo de militares durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos seria de 38 mil militares. Somente no Rio de Janeiro, 20 mil homens vão trabalhar.

Os outros 18 mil militares vão fazer a segurança das cinco cidades onde haverá disputas de futebol (Belo Horizonte, Brasília, Manaus, São Paulo e Salvador).

No total, o ministério e as secretarias de Segurança Pública do Rio e dos estados envolvidos deverão contar com 85 mil homens. Dos R$ 704,4 milhões destinados pelo governo federal ao Ministério da Defesa para a segurança dos Jogos desde 2014, R$ 240 milhões serão investidos no custeio das operações.

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Jogos

Os Jogos Olímpicos do Rio serão realizados entre 3 e 21 de agosto de 2016. Nos jogos, 10,5 mil atletas de 206 países disputam 306 provas de 42 modalidades, sendo golfe e rúgbi as novidades nesta edição das Olimpíadas. As paralimpíadas vão ser realizadas entre 7 e 18 de setembro de 2016.

São esperados 4,35 mil atletas de 176 países distribuídos nas 23 modalidades em que disputam 528 medalhas. Nesta edição, a canoagem e o triatlo são esportes estreantes.

Esta será a 16ª edição dos Jogos Paralímpicos, que foram disputados oficialmente pela primeira vez em Roma, na Itália, em 1960. Em 2016, será a primeira vez que os jogos serão realizados na América do Sul.

Fonte: Portal da Segurança

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Forças de segurança definem plano operacional para a Rio 2016

07/07/16

rio-20161-1280x778Com a coordenação da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos do Ministério da Justiça e Cidadania, reuniram-se no Rio, representantes das forças de segurança pública, defesa civil, trânsito, inteligência e Forças Armadas que trabalharão durante os Jogos Olímpicos Rio 2016.

O encontro foi no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) e serviu para definição dos planos operacionais desses agentes.

Os planos da segurança pública para a Rio 2016 foram aprovados na Comissão Estadual de Segurança Pública e Defesa Civil, fórum deliberativo no qual se definiram os parâmetros da atuação coordenada e integrada dos órgãos federais, estaduais e municipais, bem como de outras entidades relacionadas, respeitando suas atribuições constitucionais e legais.

O secretário extraordinário de Segurança para Grandes Eventos, Andrei Rodrigues, chamou a atenção para a importância da integração entre as instituições de segurança. “Com a integração das forças de segurança, temos total capacidade de garantir um ambiente de segurança e tranquilidade durante os Jogos”, disse Rodrigues.

O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, elogiou a integração das instituições envolvidas na segurança dos Jogos. “É importante que se faça esse alinhamento para fechar lacunas e dar respostas. Existe, efetivamente, um comando de forma integrada único no mundo, uma visão moderna de que é possível trabalhar em conjunto”, afirmou Beltrame. Ele agradeceu pelo trabalho desenvolvido durante os últimos anos e disse que, “hoje, há um produto final a apresentar”.

Participaram da reunião representantes da Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, das polícias Federal e Rodoviária Federal e da Força Nacional de Segurança Pública, das polícias Militare Civil, do Corpo de Bombeiros, da Companhia de Engenharia de Tráfego e da Guarda Municipal do Rio, além da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e das Forças Armadas.

Fonte: Agência Brasil

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