Aprovada obrigação de empresa privada em segurança de estádios

15/09/16

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3875/15, do deputado Cabo Sabino (PR-CE), que determina a contratação de agente de segurança privada para garantir a segurança do torcedor em evento esportivo.

 

Atualmente, o Estatuto do Torcedor (Lei 10.671/03) estabelece que a segurança tanto dentro e fora dos estádios deve ser feita por agentes públicos, como policiais militares.

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A proposta, aprovada em 2 de outubro, permite o emprego de policiais militares para a segurança desde que o responsável pelo evento indenize o Estado pelo serviço. Nesse caso, o Estado deverá estabelecer critérios para repasse da indenização ao servidor público que tiver trabalhado.

 

Para o relator na comissão, deputado Carlos Henrique Gaguim (PTN-TO), a força policial não pode servir como uma espécie de “segurança privada” em locais que reúnem multidões e proporcionam lucros aos empresários. “O serviço do policial não é gratuito, é remunerado com os impostos pagos pelos cidadãos, que querem policiamento nas ruas e não em eventos particulares”. Segundo ele, a proposta foi “cirúrgica” quanto ao conteúdo apresentado.

 

Cabo Sabino afirmou que muitas vezes os policiais fazem segurança de eventos esportivos durante os dias de folga, sem receber pelo trabalho, com jornada que pode chegar a nove horas. “Muitas vezes se tira um policiamento da periferia, castra a população de segurança para a polícia trabalhar para a federação dos clubes”.

 

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões do Esporte; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

FONTE: Agência Câmara


 

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Sindilojas Porto Alegre sugere a lojistas contratarem segurança privada para abrirem o comércio

12/09/16

Com greves e paralisações da segurança pública no estado do Rio Grande do Sul, com foco na Capital, os lojistas de Porto Alegre receberam orientações no início do mês de agosto para continuar os trabalhos e abrir normalmente na data em que era prevista uma paralisação de 15 horas dos servidores da Segurança Pública do Estado. A orientação foi dada pelo presidente do Sindilojas da Capital, Paulo Kruse. O comércio deveria abrir e fechar em horário normal. No entanto, Kruse destacou algumas medidas que podem ser adotadas pelos lojistas para evitarem assaltos. “Abram suas lojas no horário normal. Peçam para os funcionários irem em grupo e que mantenham-se ativos e atentos. E se possível, coloquem segurança privada. Quem entender que seu estabelecimento está em um local perigoso, reforce a sua segurança”, frisou.

Kruse sugeriu a alternativa de os lojistas dividirem os custos de um vigilante para fazer a segurança de um determinado espaço.

Várias entidades ligadas aos servidores da área de Segurança Pública manifestaram que iriam paralisar totalmente as ações no início do mês de agosto, em função do parcelamento de salários. O presidente da Associação de Cabos e Soldados da BM (Abamf), Leonel Lucas, ressalta que, apesar de serem impedidos por lei de promover greves, os brigadianos podem se recusar a trabalhar devido a problemas em viaturas, falta de documentação e até de calçados adequados.

Já entre os policiais civis, a proposta foi atender somente ocorrências com risco à vida e cancelar qualquer outro tipo de operação, conforme o presidente da Ugeirm (Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia), Isaac Ortiz. (Eduardo Paganella / Rádio Guaíba)

 

Fonte: Correio do Povo

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AM registra mais de 1,5 mil focos de queimadas neste ano, aponta Inpe

25/08/16

Número voltou aumentar no estado em junho e julho.
Plano de combate e prevenção de queimadas foi lançado.

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De janeiro deste ano até esta terça-feira (19) foram registrados 1.501 focos de queimadas no Amazonas. O estado apresentou queda nos registros de fevereiro até maio. Os números voltaram a crescer em junho. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Segundo o monitoramento divulgado pelo Inpe, 174 focos de queimadas estão ativos no Amazonas atualmente.

No início do ano, o estado teve um número recorde focos de queimadas em floresta e vegetação: 770 casos. Em fevereiro e março, a quantidade de focos teve queda de 275 para 140, respectivamente. Durante os meses de abril e maio houve redução expressiva de focos de queimadas, com 52 casos. Entretanto, os focos voltaram a surgir em junho quando 90 foram identificados.

Autazes, Careiro, Manaquiri, Presidente Figueiredo, Iranduba, Caapiranga, Itacoatiara, Lábrea, Apuí, Manicoré, Boca do Acre e Canutama integram a lista de cidades com altas incidências.

Ações de combate: um “Plano de prevenção, controle e combate às queimadas”, que foi lançado no início de junho deste ano, pelo Governo do Amazonas. O plano destaca 23 municípios onde serão concentradas ações prioritárias, incluindo os da Região Metropolitana de Manaus. Eles compõem o grupo de municípios com os maiores registros de focos de calor em 2015, quando o Amazonas teve 15.170 ocorrências, sendo 9.995, no período de setembro a dezembro.

O total de 6.226 materiais de combate e prevenção às queimadas foi entregue a 14 municípios na quinta-feira (14), pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). Os equipamentos irão equipar as brigadas de incêndios florestais formadas pelo Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, em cada município.

Deste total, 2.725 são equipamentos de combate ao fogo que incluem bombas costais, abafadores, facões e motobombas, e 3.501 são materiais impressos da campanha “Diga não ao fogo. Você também é responsável”, tais como cartazes e folders para fortalecer o trabalho de prevenção realizado desde janeiro deste ano.

Além dos materiais, está prevista a formação de novos brigadistas que atuarão na linha de frente de combate aos focos de calor, em todos os municípios.

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4 dicas para desenvolver um projeto de segurança eficiente

18/08/16

Em locais com um alto fluxo de pessoas, como condomínios, universidades e edifícios comerciais, os cuidados com a segurança devem ser redobrados – é necessário saber quem está circulando pelo ambiente e por onde cada pessoa passou – daí a importância de soluções inteligentes de segurança eletrônica. Usar câmeras de monitoramento, mas não ter controle de acesso, por exemplo, torna a iniciativa ineficaz, pois a qualidade do projeto também depende da integração destas tecnologias.

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“As empresas só entendem a necessidade de um sistema bem planejado quando acontece alguma intercorrência, mas é preciso investir em prevenção”, destaca o diretor da Seal Telecom, Cristiano Felicíssimo. Neste cenário, o executivo aponta quais quesitos devem ser considerados na hora de desenvolver um projeto de segurança.

Controle de acesso

Saber quem entra e saí do ambiente é fundamental. “Existem diversas soluções disponíveis no mercado. O ideal é avaliar cada ambiente individualmente para entender qual a que melhor se encaixa às demandas”, explica Felicíssimo. A biometria é considerada um dos métodos mais seguro de identificação, pois baseia-se em características próprias e exclusivas de cada um. Outra alternativa é o controle por dispositivos móveis. Também é possível a combinação de ambas as soluções.

Videomonitoramento

Segundo o executivo, todo projeto precisa contar com o apoio das câmeras – o tipo do equipamento e as funcionalidades vão variar de acordo com a complexidade e necessidade de cada ambiente. “O planejamento pode contemplar a inclusão de câmeras em pontos estratégicos e que serão monitorados pela equipe responsável pela segurança ou até mesmo um centro integrado de comando e controle, no qual o próprio sistema dará os alertas”. Sistemas auxiliares como Análise Inteligente de Vídeo auxiliam na identificação de incidentes e aumentam a eficiência da solução.

Segurança perimetral

Monitorar eletronicamente o perímetro externos de áreas que precisam ser controladas para evitar acessos não-autorizados também é um quesito que merece atenção. “Em geral, esse tipo de tecnologia é aplicada em alambrados e cercas e são extremamente eficientes para monitorar qualquer vibração, tentativa de corte ou escalada”.

Detecção a alarme de incêndios

De acordo com Felicíssimo, o sistema de prevenção e combate a incêndio controla os ambientes por meio de detectores de fumaça, de aspiração, acionadores manuais, entre outros meios, permitindo que haja um monitoramento preciso de ameaças. “Quando se trata de um foco de incêndio, poucos segundos são importantíssimos para para salvar vidas. Identificar uma ameaça e agir antecipadamente, evitando um caso mais grave, é imprescindível. É sempre melhor prevenir do que remediar”, finaliza.

 

Fonte: Revista Security

 

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