Vigia não é vigilante: saiba a diferença

18/04/17

Existe muita confusão envolvendo as duas funções. A grande maioria das pessoas não sabe qual é a diferença entre vigia e vigilante, embora elas sejam bem diferentes. O vigia é, na maioria das vezes, informal e exerce funções não ostensivas, enquanto o vigilante tem profissão reconhecida e regulamentada, o que inclui variadas frentes de atuação.

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Apesar de a figura de vigia não estar contemplada na legislação, em alguns casos, ele realiza funções semelhantes ao vigilante. Porém, este profissional não utiliza armamento e não realiza os cursos de formação e reciclagem, obrigatórios para o vigilante, não sendo controlado pela Polícia Federal. O vigia, normalmente, realiza atividades de fiscalização locais, as quais não é exigida formação específica.

Enquanto que os vigilantes se destinam, principalmente, a resguardar a vida e o patrimônio das pessoas, exigindo porte de arma e requisitos de treinamento específicos. É importante ressaltar que o serviço de vigilância deve ser executado por um profissional especializado. A TIAT oferece este e outros serviços na área de segurança privada com profissionalismo e qualidade. Confira as exigências para o exercício da profissão de vigilante:

  • Ser brasileiro, nato ou naturalizado
  • Idade mínima de 21 anos
  • Possuir instrução correspondente à quarta série do ensino fundamental
  • Ter sido aprovado em curso de formação de vigilante, realizado por empresa de curso de formação devidamente autorizada e reconhecida pela Polícia Federal
  • Ter sido aprovado em exame de saúde física, mental e psicotécnica
  • Não ter antecedentes criminais registrados
  • Estar quite com as obrigações eleitorais e militares
  • Possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas
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Entenda a importância da segurança privada no Brasil

07/04/17

Em países com o índice de criminalidade como do Brasil, a contratação de segurança é cada vez mais necessária. O país é o 11º mais inseguro do mundo, de acordo com o Índice de Progresso Social. Com a alta nos delitos e o medo de se tornarem vítimas do crime, empresas e órgãos procuram apoio na privatização de sua segurança. A segurança privada é contratada pelas entidades com o objetivo de tornar o ambiente mais seguro para os funcionários, clientes e público em geral.

Criada em 1983, a primeira legislação reguladora deste tipo de serviço surgiu com o intuito inibir o crime recorrente nas instituições financeiras. Hoje, levando em considerações as condições de segurança nas cidades, essa necessidade deixou de ser algo exclusivo das repartições financeiras e passou a ser fundamental, também, em órgãos públicos e empresas particulares.

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Em alguns países, a segurança privada trabalha em cooperação com a pública, integrando a força e habilidade no combate a criminalização. No Brasil, a busca por este tipo de serviço vem crescendo e expandindo o mercado. É de conhecimento geral que a segurança privada não exerce o poder da polícia, mas vem se tornando um instrumento fundamental de apoio a prevenção de delitos.

A diversidade de riscos que rondam uma empresa requer profissionais capacitados. Hoje, as companhias buscam profissionais qualificados e preparados para atuarem na segurança, seja ela estratégica, física ou patrimonial. Uma vez que a segurança privada se tornou base fundamental na proteção de vidas e patrimônio, a contratação deste serviço, devidamente formado e autenticado, se faz necessária. Pensando nisso, confira os cursos de aperfeiçoamento que a TIAT oferece clicando aqui.

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Riscos da contratação de segurança patrimonial clandestina

28/02/17

Estima-se, que, no Brasil, existem três vigilantes ilegais para um legal. De acordo com o levantamento da Polícia Federal, em setembro de 2015, o País contava com exatos 611.117 vigilantes legalmente ativos. Então, cerca de 1.8 milhão de “vigilantes” são clandestinos, operando sem garantias trabalhistas e jurídicas, sem a devida formação e treinamento. shutterstock_360214781

As empresas ilegais existem porque há mercado para isso, onde os contratantes buscam por baixas nos valores dos serviços, encontrando um valor inferior de até 30%.

Na teoria, as complicações de uma empresa que contrata segurança ilegal são muitas. O desafio passa por aumentar a certeza da punição, se a lei não for cumprida. Se uma empresa é clandestina, ela não pode registrar os funcionários. Nestes casos, problemas trabalhistas aparecerão em algum momento. E falta a formação técnica adequada, treinamento, reciclagem e avaliação psicológica para exercício da função.

As empresas exigem cada vez mais que seus parceiros e prestadores de serviços sigam à risca (e provem isso) todas as determinações de órgãos de regulamentação, abrangendo as áreas fiscal, contábil, financeira, ambiental, jurídica, previdenciária, social, etc. Para algumas dessas empresas, isso é despesa e perda de tempo. Para outras, compliance é segurança, tranquilidade, economia, foco, produtividade, imagem de marca e reputação.

Fonte: Revista Security

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Dispositivo processa informações biométricas em dois segundos

23/02/17

O novo dispositivo, InSight One, desenvolvido pela empresa Tascent – especializada em identificação e biometria, promete processar informações biométricas de pessoas em distâncias entre 0,5 a 1 metro em apenas dois segundos.shutterstock_557355178

O produto combina capacidade de reconhecimento facial e de íris, e é totalmente automatizado, o que facilitará a captura de biometria até de usuários novos. As imagens são em formato ISO / ICAO. Além de totalmente independente, oferecendo conexão USB para se integrar à computadores, redes ou soluções embutidas. Tecnologias de criptografia avançadas também são usadas para garantir que os dados estejam protegidos.

O equipamento está disponível em uma variedade de opções de montagem para permitir a integração sob uma mesa, uma catraca eletrônica ou quiosques de identificação.

Fonte: Revista Security

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